Índice Bovespa: entenda como funciona

Considerado um indicador nacional de grande importância para analisar o mercado acionário, o Índice Bovespa exibe quais foram as oscilações e o comportamento das ações mais negociadas na B3, a Bolsa de Valores oficial do país.

O Índice Bovespa, também conhecido como Ibovespa ou pela sigla IBOV, é o indicador que exibe o desempenho das principais ações negociadas no mercado.

O índice Bovespa ou IBOV é composto por uma carteira teórica de ativos de companhias listadas na B3. Ele se trata de uma média entre os 80% das empresas ou negócios  de alto volume financeiro presentes no mercado de capitais.

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Pergunte aos dados!

Em um mundo onde temos todas as informações possíveis na palma da mão, saber identificar e fazer as perguntas certas aos dados disponíveis ao nosso redor é de extrema importância.

Existe toda uma geração que cresceu na era da informação. Com um volume imenso dos mais variados dados gerados por minuto, que chegam até as pessoas numa velocidade incrível, num simples toque na tela. A expansão do processo de conhecimento individual através da internet, quebrou as barreiras que existiam tornando a informação acessível a todos (mesmo às vezes esta informação sendo ruim). 

Mas qual a diferença entre dados e informação? 

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PGBL ou VGBL? Entenda qual opção é a mais indicada ao seu perfil

Com a Reforma da Previdência, a nova geração de trabalhadores enxerga a aposentadoria pela previdência pública como uma realidade distante e a Previdência Privada é uma das opções de investimento a longo prazo que podem garantir uma maior segurança com a chegada da melhor idade.

Como funciona?

A previdência privada é um complemento ao sistema do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Nos planos de previdência privada, você pode escolher o valor e a frequência das contribuições, e ao escolher um plano, você pode escolher entre duas formas de tributação.

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Open Banking no Brasil

2021 é o ano do Open Banking, tecnologia que promete mudar o funcionamento do mercado financeiro, e a disputa da vez é pelos dados do usuário.

Após o advento do Pix e LGPD, o mercado aguarda a implementação do Open Banking, modelo que visa o compartilhamento de dados de clientes entre instituições financeiras. A ideia é simples: as informações são suas e não do seu banco, logo você tem a liberdade de optar por compartilhá-las ou não.

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Como avaliar debêntures?

As debêntures podem ser uma alternativa mais atrativa quando falamos em renda fixa, mas envolvem riscos que devem ser avaliados, assim como as diferenças que existem dentro dessa classe de ativos, que necessita de avaliação antes do aporte.

Em suma, debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas que visam financiamento de projetos. O investidor recebe a remuneração por meio de uma taxa fixa determinada pela companhia na emissão dos ativos. Em outras palavras, quando um investidor compra uma debênture, está emprestando dinheiro para uma empresa, que por sua vez, tem a vantagem de ter uma alternativa aos empréstimos bancários e a liberdade para determinar como vai pagar seus credores.

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O que é e como funciona o aluguel de ações (BTC)

Apesar de ainda não ser uma prática amplamente conhecida, o aluguel de ações é uma forma de aumentar a rentabilidade da carteira, principalmente quando falamos de investimentos de longo prazo.

Alugar ações funciona de forma análoga ao aluguel de imóveis, no qual o proprietário dos ativos os emprestas a uma determinada taxa com um vencimento previamente negociado. Em contrapartida, temos o “locatário”, o qual recebe os papéis e remunera o proprietário por isso.

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4 dicas para reduzir os juros ao financiar um imóvel

É possível acionar formas de encontrar o melhor negócio na hora de financiar tanto antes quanto depois de assinar o contrato.

Não é novidade para ninguém que a forma mais popular de se alcançar o sonho da casa própria ocorre por meio de financiamentos imobiliários. A modalidade oferece ao público a possibilidade de pagar em “suaves prestações” o crédito adquirido para comprar uma casa ou apartamento.

Embora seja relativamente simples, o financiamento imobiliário apresenta alguns pontos negativos. Entre eles, o pagamento de juros atrelados às parcelas mensais. Este artigo trará dicas valiosas para quem deseja reduzi-los – seja antes de fechar negócio ou até mesmo durante a vigência do contrato. Confira!

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BDRs: uma alternativa de investimento no exterior

Muito é falado acerca de diversificação de carteira de investimentos e necessidade de ter uma porcentagem alocada no exterior. Contudo, muitos investidores ainda enxergam como algo distante e difícil, o que não é necessariamente verdade. Atualmente, existem formas simplificadas de aplicar em ativos estrangeiros. Um deles são os chamados BDRs.

No dia 22 de outubro de 2020, os BDRs foram liberados para o pequeno investidor. Antes disso, apenas investidores qualificados podiam ter acesso a esses ativos que introduzem o brasileiro à empresas listadas em bolsas internacionais. Confira abaixo mais informações sobre esses títulos que estão em voga no mercado.

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A evolução da indústria de fundos de investimentos no Brasil

Ao longo das últimas décadas, a indústria brasileira de fundos de investimento cresceu e amadureceu em diversos aspectos.

O advento das plataformas digitais e o uso da tecnologia como instrumento de capilaridade fez com que produtos antes inimagináveis, fossem de fácil acesso ao pequeno e médio investidor. Este, por sua vez, obteve cada vez maior alcance à informação para estudar, criticar e escolher seus investimentos, colocando-os ao centro da mesa de discussões de gestoras – especialmente daquelas que já se construíram com olhar a esse novo universo. 

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Securitização: Entenda como funciona

A captação de recursos é uma preocupação constante das empresas, seja para novos projetos ou equilíbrio de fluxo de caixa, as companhias estão sempre analisando a melhor forma de obter capital de fontes externas. Um dos instrumentos para tal é a securitização.

O que é?

Securitização advém do termo em inglês securities, que significa valores mobiliários, mas a palavra que melhor ilustra do que trata-se essa prática financeira é titularização, uma vez que a atividade consiste em agrupar diversos títulos de dívida e transformar em um ativo negociável no mercado de capitais. É válido mencionar que qualquer fluxo de caixa, atual ou futuro, que é gerado por ativos, pode ser securitizado, como créditos imobiliários, créditos financeiros, ativos empresariais ou créditos do agronegócio.

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Estratégia quantitativa: A tecnologia aliada aos fundos de investimentos

É sabido que a tecnologia tornou-se uma grande companheira dos investidores em várias frentes: plataformas de análise e consolidação de ativos (como é o caso do Comdinheiro), criptoativos, home brokers, fintechs, etc. Contudo, a tecnologia também ganhou espaço na análise de investimentos realizada pelas gestoras e está diretamente relacionada com o seu ganho em alguns fundos de investimento. Sim, caro investidor, estamos falando dos chamados fundos quantitativos!

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Principais disposições da LGPD

Até a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais existiam diversas legislações sobre o tema no Brasil, o que gerava insegurança jurídica para os titulares dos dados e para as empresas. Tais regulamentações podem ser observadas no Código de Defesa do Consumidor, Lei do Cadastro Positivo, Marco Civil da Internet, Lei de Acesso à Informação, em regulações setoriais da ANVISA, BACEN, CVM, entre diversas outras.

Até há pouco tempo, a LGPD previa a entrada em vigor de tal nova legislação no dia 14 de agosto de 2020. No entanto, criou-se a Medida Provisória nº 959/2020 que adiou a entrada em vigor para dia 03 de maio de 2021. O grande complicador é que se a MP 959 for rejeitada ou perder a validade, prevalecerá o começo da vigência para 14 de agosto de 2020, como estabelecido pela Lei 13.853, de 2019, responsável pela criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Sem qualquer dúvida, essa incerteza jurídica está prejudicando o planejamento de adequação de todas as empresas brasileiras! 

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Métricas para Carteiras de Investimento

Qual é a volatilidade da sua carteira?

Muitas vezes buscamos diversas métricas para a avaliação de fundos, mas ignoramos a importância dessas mesmas métricas nas carteiras de investimentos. 

Vale lembrar que a gestão de portfólios não é restrita ao gestor de fundos e que as boas práticas devem ser incorporadas em seu portfólio pessoal ou na carteira administrada de seu cliente.

A ideia deste texto é auxiliar com alguns alertas a serem considerados.

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Classes de Risco

A ideia principal desse texto é oferecer de maneira sucinta, uma breve ideia de onde deve estar a atenção do investidor quando o assunto é “risco”, uma vez que esse elemento está  intrinsecamente relacionado ao mundo de investimentos. 

O primeiro passo nessa direção é compreender que existem diversas formas de risco – usualmente cinco – e como elas se relacionam e nos ameaçam.

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KLABIN X SUZANO: Gestão de Riscos Financeiros e Hedge Cambial

Klabin e Suzano têm bastante em comum. Ambas são exportadoras. Klabin possui 41% de sua receita de vendas no mercado externo e 79% de suas dívidas dolarizadas. Suzano tem quase 90% de suas receitas dolarizadas e 100% de suas dívidas em moeda estrangeira, especialmente as de longo prazo.

As duas companhias possuem Bonds, que são títulos emitidos junto a investidores no exterior. Ambas usam Pré Pagamento de Exportação (PPE), que é um empréstimo dolarizado atrelado às exportações, em que o principal é liquidado em dólares no exterior, fazendo um “hedge natural” – exceto dos juros, que devem ser pagos em reais no Brasil.

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Quanto vale R$ 1 em caixa?

A crise do novo coronavírus trouxe uma preocupação geral, principalmente em seu início: a capacidade de sobrevivência das empresas em razão da redução de receita, e posteriormente, quanto a capacidade em captar financiamento externo.

Esse movimento pode ser visto com a quantidade de artigos de casas de investimento e do jornalismo especializado, ocupados em definir quem tinha “caixa suficiente”, “muito caixa”, “muita liquidez”, para superar a vertiginosa queda de demanda.

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Governança Corporativa

Você seria sócio de alguém que você não confia ou colocaria seu negócio na mão de alguém sem conhecimento da área?

Essas perguntas parecem ter respostas óbvias quando colocadas assim, mas são deixadas de lado por muitos investidores que compram ações na Bolsa de Valores.

O tema de governança corporativa é recorrente na academia e entre investidores institucionais, mas é costumeiramente subjugado pelo investidor médio, muitas vezes pela simples falta de percepção dos impactos da governança corporativa no desempenho das empresas.

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TIR vs Cotização

A cotização é um método de cálculo que permite medir o retorno de uma carteira de investimentos entre duas datas quaisquer e é o principal método usado para medir retorno de fundos de investimentos e de carteiras administradas.

Toda vez que você ouvir que o fundo tal rendeu x% entre duas datas o método usado foi o de cotização, porém, o método de cotização possui algumas falhas. 

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Fundos Imobiliários

Com o crescente interesse, especialmente do investidor pessoa física na aplicação em fundos de investimento imobiliário, é proporcionalmente desafiador encontrar uma forma de entendê-los.

Diferentemente do investimento em renda fixa, que geralmente se traduz em um empréstimo, ou do investimento em ações que se caracteriza pela compra de um pedaço de uma empresa, um fundo de investimento imobiliário costuma ser menos conhecido em sua estrutura pelo investidor médio.

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A Tributação dos Fundos de Investimento e o Come-Cotas

Nas publicações Renda Fixa – Como funciona a tributação e Renda Variável – Como funciona a tributação, tratamos sobre como devem ser tributados e declarados os investimentos em renda fixa e em renda variável. Como você deve se lembrar, em ambos os casos, os impostos incidem somente sobre os rendimentos das aplicações, no momento em que ocorre o resgate, vencimento ou o pagamento de proventos da mesma.

Os fundos de investimento (FIs), por sua vez, possuem uma particularidade não muito agradável do ponto de vista tributário: diferentemente dos demais ativos financeiros, os FIs podem ter seus impostos cobrados mesmo antes do resgate da aplicação. Essa antecipação da cobrança do Imposto de Renda é o chamado come-cotas

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Circuit Breaker – Um mecanismo emergencial

2020: Uma sequência de Circuit Breakers

Em meio à crise global da pandemia do coronavírus, o mercado brasileiro teve 6º circuit breaker em 8 pregões diante dos esforços globais para combater a Covid-19, acumulando aproximadamente 42% de queda (entre os fechamentos de 18/02/2020 e 18/03/2020 – fonte: Comdinheiro).

Mas o que é esse mecanismo e como ele funciona?

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Tributação Renda Fixa

Renda Fixa – Como funciona a tributação

Um dos temas que mais trazem apreensão para as pessoas físicas ao investir é a tributação de suas aplicações financeiras e a sua declaração no Imposto de Renda. E não é para menos: a Receita Federal carece de canais de comunicação com os investidores, especialmente para as pessoas físicas, que muitas vezes se veem perdidas com a falta de clareza das informações.

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Investir em imóveis: 5 dicas para rentabilizar as propriedades

O mercado imobiliário tem boas perspectivas para os próximos anos. Veja como investir em imóveis do jeito certo para obter os melhores resultados!

Investir em imóveis continua sendo uma das opções mais procuradas por quem quer aumentar a renda. Esse tipo de ativo é visto como uma forma segura de obter a chamada renda passiva, ou seja, aquela que é consequência do dinheiro que você aplica, mas não depende de um esforço direto e contínuo do investidor.

Existem muitas maneiras de investir no mercado imobiliário, como as LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e os CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Contudo, neste artigo, vamos tratar da compra de imóveis para alugar ou para revender.

Assim, separamos cinco dicas essenciais para quem quer conhecer as oportunidades desse segmento e rentabilizar propriedades. São orientações que vão ajudar você a conseguir o melhor que esse mercado tem a oferecer. Confira!

1. Conheça várias formas de obter renda

Existem muitas maneiras de ganhar dinheiro com imóveis. Se você já tem ou deseja adquirir alguma propriedade, o aluguel deve ser a primeira ideia que veio à cabeça. Caso opte por esse caminho, é bom conhecer a Lei do Inquilinato, que regulamenta as interações entre locadores e locatários para assegurar os direitos e os deveres de ambos.

Também é recomendável considerar questões práticas importantes. Pode ser que o imóvel necessite de reformas antes da entrada do inquilino, o que vai demandar mais algum dinheiro.

O mesmo pode acontecer entre a saída de um locatário e a entrada de outro. Portanto, tenha sempre uma reserva financeira para lidar com isso e evitar que a casa fique parada.

Obviamente, a inadimplência também é um risco sempre presente. Você pode se proteger melhor desse problema contando com o apoio de uma imobiliária para cuidar da parte burocrática e para intermediar a solução de eventuais conflitos.

Além das locações tradicionais, há outras maneiras de atuar no aluguel de imóveis. Uma delas é alugar apenas quartos específicos, uma tendência que se fortaleceu com a ascensão do Airbnb. O usuário pede um quarto por apenas alguns dias, uma flexibilidade que facilita muito a vida de quem quer renda extra para ajudar no pagamento das despesas.

Por falar em flexibilidade, muitas pessoas já podem trabalhar de qualquer lugar pela internet e passam a viver como nômades digitais. São pessoas que não têm endereço fixo e que se aproveitam do trabalho remoto para conhecer vários lugares do mundo. Esse público fica em cada cidade por um período de um a três meses, gerando uma demanda a mais para o setor de imóveis.

2. Aprenda a escolher os melhores imóveis

Quem quer investir em imóveis, seja para alugar ou para revender, precisa saber avaliar as melhores opções do mercado. Para começar, é recomendável estabelecer o tipo de público que você pretende atrair. Isso vai determinar, por exemplo, a região e o padrão de imóvel mais adequado para investir.

O preço de um imóvel é influenciado por uma série de fatores, como localização, tamanho, idade e número de cômodos. Antes de concretizar a aquisição, é bom analisar o bairro em detalhes. Casas e apartamentos em áreas centrais e mais desenvolvidas já são mais caros e ainda têm potencial para se valorizar mais.

Por outro lado, regiões mais afastadas dos centros urbanos e com perspectiva de crescimento podem representar excelentes oportunidades. Um bairro que talvez pareça ruim agora tem a chance de se tornar muito relevante, dependendo do volume de investimentos que venha a receber ao longo dos anos.

Quanto ao imóvel propriamente dito, é indispensável avaliar sua estrutura para averiguar a necessidade de algum tipo de melhoria. Faça visitas antes da compra e observe se há rachaduras, infiltrações e mofo nas paredes. Teste os componentes das redes elétrica e hidráulica para se certificar de que tudo funciona bem.

Em todo caso, para que esse processo seja mais seguro, é recomendável contar com o auxílio de profissionais especializados. Um bom corretor de imóveis está apto a avaliar as condições do imóvel e questões relacionadas à documentação. Assim, será possível determinar a viabilidade do investimento.

3. Pense sempre no longo prazo

Esse é um aspecto importante que muitos deixam de lado. Investir em imóveis é algo de longo prazo, assim como as ações, os fundos de investimento e o tesouro direto. Isso quer dizer que não faz sentido aplicar seu dinheiro nisso hoje esperando que o resultado apareça como mágica do dia para a noite.

Quem consegue segurar os impulsos acaba colhendo bons frutos lá na frente. Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o investimento em imóveis rendeu, em média, 15,3% ao ano entre 2009 e 2019. Esse valor representa a soma entre o retorno médio do aluguel (5,9% a.a.) e a valorização dos imóveis (9,4% a.a.).

Esse dado é interessante porque, dentro desse período de dez anos, o mercado passou por uma verdadeira montanha russa. Entre 2009 e 2014, o setor viu uma alta de quase 25% ao ano no valor dos imóveis.

De 2015 para frente, o ritmo de crescimento caiu abruptamente e o valor dos imóveis começou a diminuir em 2017. Esse movimento guarda relação com fatores como a crise econômica e a alta da taxa básica de juros (Selic) que chegou a ultrapassar os 14% em 2015.

Entretanto, a expectativa do mercado imobiliário para os próximos anos é positiva. Com a taxa Selic em patamares historicamente baixos (cerca de 2,5% ao ano), a demanda por imóveis cresceu até mesmo em 2020, em meio à pandemia de covid-19. De acordo com a Abrainc, o setor cresceu 26% ao longo do ano, no qual foram comercializados 119.911 imóveis.

A recuperação gradativa da economia no pós-pandemia pode alavancar o valor dos empreendimentos nos próximos 10 anos. Essa tendência estará mais forte caso o país comece a observar melhorias nos índices de emprego e continue com taxas de juros mais baixas que em anos anteriores, cenário favorável para investir em imóveis

4. Capriche na manutenção

Já mencionamos a importância de manter o imóvel em boas condições para aumentar as chances de venda e o valor do aluguel. Para quem vai alugar, a Lei do Inquilinato traz algumas definições específicas sobre o tema. Certos aspectos da manutenção cabem ao locador, enquanto outros são responsabilidade do locatário.

É dever do dono assegurar que o local esteja sempre habitável, ou seja, é necessário garantir que não haja defeitos estruturais que coloquem a segurança dos inquilinos em risco. A reparação de defeitos que surgem com o passar do tempo, como as rachaduras e as infiltrações, é responsabilidade do proprietário.

Por outro lado, o inquilino se responsabiliza por quaisquer danos causados por ele próprio ou por seus dependentes e visitantes Necessidades que surgem com o tempo, mas não são falhas estruturais, como a troca de torneiras desgastadas, também devem ser supridas pelo locatário.

Caso o inquilino encontre algum problema decorrente de falha estrutural, é seu dever informar imediatamente ao proprietário para que seja providenciado o reparo. Essa possibilidade ressalta a importância de sempre ter algum dinheiro guardado para lidar com esse tipo de imprevisto ao investir em imóveis.

5. Use a tecnologia para anunciar e negociar

Quem vai adquirir imóveis para alugar ou para revender precisa conhecer bem as ferramentas de divulgação. Hoje é quase impossível pensar em negócios do setor imobiliário sem o uso das plataformas digitais. Ao anunciar um imóvel na internet, as chances de encontrar um comprador ou um locatário aumentam de forma significativa.

Mas é importante que esses anúncios sejam bem feitos, por isso, é indispensável incluir fotos e vídeos do local em boa qualidade. Esse material deve ser acompanhado por uma descrição detalhada das características da casa ou do apartamento.

Além dos portais especializados, as redes sociais são instrumentos poderosos para chegar ao seu público-alvo. Utilizando essas plataformas do jeito certo, é possível fazer com que seus anúncios cheguem às pessoas certas, facilitando a negociação.

Vale destacar que todos os trâmites de compra, venda e locação já podem ser feitos pela internet. A Arbo Imóveis, por exemplo, permite gerenciar todo esse processo de forma 100% on-line, desde os anúncios, passando pela negociação, até chegar à assinatura do contrato. Tudo de forma simples, rápida e livre de burocracia desnecessária

Disclaimer: Este artigo foi escrito pela Arbo Imóveis – startup parceira que oferece serviços e produtos para o mercado imobiliário de todo o Brasil, como um CRM (Customer Relationship Management) e um aplicativo para corretores, e, além disso, opera um dos maiores portais de imóveis do país.