Autor: Filipe Silva Ferreira

    Diretor Financeiro na Comdinheiro | Mestre em Administração (Finanças) - Universidade de São Paulo

A evolução da indústria de fundos de investimentos no Brasil

Ao longo das últimas décadas, a indústria brasileira de fundos de investimento cresceu e amadureceu em diversos aspectos.

O advento das plataformas digitais e o uso da tecnologia como instrumento de capilaridade fez com que produtos antes inimagináveis, fossem de fácil acesso ao pequeno e médio investidor. Este, por sua vez, obteve cada vez maior alcance à informação para estudar, criticar e escolher seus investimentos, colocando-os ao centro da mesa de discussões de gestoras – especialmente daquelas que já se construíram com olhar a esse novo universo. 

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Métricas para Carteiras de Investimento

Qual é a volatilidade da sua carteira?

Muitas vezes buscamos diversas métricas para a avaliação de fundos, mas ignoramos a importância dessas mesmas métricas nas carteiras de investimentos. 

Vale lembrar que a gestão de portfólios não é restrita ao gestor de fundos e que as boas práticas devem ser incorporadas em seu portfólio pessoal ou na carteira administrada de seu cliente.

A ideia deste texto é auxiliar com alguns alertas a serem considerados.

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Classes de Risco

A ideia principal desse texto é oferecer de maneira sucinta, uma breve ideia de onde deve estar a atenção do investidor quando o assunto é “risco”, uma vez que esse elemento está  intrinsecamente relacionado ao mundo de investimentos. 

O primeiro passo nessa direção é compreender que existem diversas formas de risco – usualmente cinco – e como elas se relacionam e nos ameaçam.

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Governança Corporativa

Você seria sócio de alguém que você não confia ou colocaria seu negócio na mão de alguém sem conhecimento da área?

Essas perguntas parecem ter respostas óbvias quando colocadas assim, mas são deixadas de lado por muitos investidores que compram ações na Bolsa de Valores.

O tema de governança corporativa é recorrente na academia e entre investidores institucionais, mas é costumeiramente subjugado pelo investidor médio, muitas vezes pela simples falta de percepção dos impactos da governança corporativa no desempenho das empresas.

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