Autor: Parceiro

Investir em imóveis: 5 dicas para rentabilizar as propriedades

Autor: Arbo Imóveis

O mercado imobiliário tem boas perspectivas para os próximos anos. Veja como investir em imóveis do jeito certo para obter os melhores resultados!

Investir em imóveis continua sendo uma das opções mais procuradas por quem quer aumentar a renda. Esse tipo de ativo é visto como uma forma segura de obter a chamada renda passiva, ou seja, aquela que é consequência do dinheiro que você aplica, mas não depende de um esforço direto e contínuo do investidor.

Existem muitas maneiras de investir no mercado imobiliário, como as LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e os CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Contudo, neste artigo, vamos tratar da compra de imóveis para alugar ou para revender.

Assim, separamos cinco dicas essenciais para quem quer conhecer as oportunidades desse segmento e rentabilizar propriedades. São orientações que vão ajudar você a conseguir o melhor que esse mercado tem a oferecer. Confira!

1. Conheça várias formas de obter renda

Existem muitas maneiras de ganhar dinheiro com imóveis. Se você já tem ou deseja adquirir alguma propriedade, o aluguel deve ser a primeira ideia que veio à cabeça. Caso opte por esse caminho, é bom conhecer a Lei do Inquilinato, que regulamenta as interações entre locadores e locatários para assegurar os direitos e os deveres de ambos.

Também é recomendável considerar questões práticas importantes. Pode ser que o imóvel necessite de reformas antes da entrada do inquilino, o que vai demandar mais algum dinheiro.

O mesmo pode acontecer entre a saída de um locatário e a entrada de outro. Portanto, tenha sempre uma reserva financeira para lidar com isso e evitar que a casa fique parada.

Obviamente, a inadimplência também é um risco sempre presente. Você pode se proteger melhor desse problema contando com o apoio de uma imobiliária para cuidar da parte burocrática e para intermediar a solução de eventuais conflitos.

Além das locações tradicionais, há outras maneiras de atuar no aluguel de imóveis. Uma delas é alugar apenas quartos específicos, uma tendência que se fortaleceu com a ascensão do Airbnb. O usuário pede um quarto por apenas alguns dias, uma flexibilidade que facilita muito a vida de quem quer renda extra para ajudar no pagamento das despesas.

Por falar em flexibilidade, muitas pessoas já podem trabalhar de qualquer lugar pela internet e passam a viver como nômades digitais. São pessoas que não têm endereço fixo e que se aproveitam do trabalho remoto para conhecer vários lugares do mundo. Esse público fica em cada cidade por um período de um a três meses, gerando uma demanda a mais para o setor de imóveis.

2. Aprenda a escolher os melhores imóveis

Quem quer investir em imóveis, seja para alugar ou para revender, precisa saber avaliar as melhores opções do mercado. Para começar, é recomendável estabelecer o tipo de público que você pretende atrair. Isso vai determinar, por exemplo, a região e o padrão de imóvel mais adequado para investir.

O preço de um imóvel é influenciado por uma série de fatores, como localização, tamanho, idade e número de cômodos. Antes de concretizar a aquisição, é bom analisar o bairro em detalhes. Casas e apartamentos em áreas centrais e mais desenvolvidas já são mais caros e ainda têm potencial para se valorizar mais.

Por outro lado, regiões mais afastadas dos centros urbanos e com perspectiva de crescimento podem representar excelentes oportunidades. Um bairro que talvez pareça ruim agora tem a chance de se tornar muito relevante, dependendo do volume de investimentos que venha a receber ao longo dos anos.

Quanto ao imóvel propriamente dito, é indispensável avaliar sua estrutura para averiguar a necessidade de algum tipo de melhoria. Faça visitas antes da compra e observe se há rachaduras, infiltrações e mofo nas paredes. Teste os componentes das redes elétrica e hidráulica para se certificar de que tudo funciona bem.

Em todo caso, para que esse processo seja mais seguro, é recomendável contar com o auxílio de profissionais especializados. Um bom corretor de imóveis está apto a avaliar as condições do imóvel e questões relacionadas à documentação. Assim, será possível determinar a viabilidade do investimento.

3. Pense sempre no longo prazo

Esse é um aspecto importante que muitos deixam de lado. Investir em imóveis é algo de longo prazo, assim como as ações, os fundos de investimento e o tesouro direto. Isso quer dizer que não faz sentido aplicar seu dinheiro nisso hoje esperando que o resultado apareça como mágica do dia para a noite.

Quem consegue segurar os impulsos acaba colhendo bons frutos lá na frente. Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o investimento em imóveis rendeu, em média, 15,3% ao ano entre 2009 e 2019. Esse valor representa a soma entre o retorno médio do aluguel (5,9% a.a.) e a valorização dos imóveis (9,4% a.a.).

Esse dado é interessante porque, dentro desse período de dez anos, o mercado passou por uma verdadeira montanha russa. Entre 2009 e 2014, o setor viu uma alta de quase 25% ao ano no valor dos imóveis.

De 2015 para frente, o ritmo de crescimento caiu abruptamente e o valor dos imóveis começou a diminuir em 2017. Esse movimento guarda relação com fatores como a crise econômica e a alta da taxa básica de juros (Selic) que chegou a ultrapassar os 14% em 2015.

Entretanto, a expectativa do mercado imobiliário para os próximos anos é positiva. Com a taxa Selic em patamares historicamente baixos (cerca de 2,5% ao ano), a demanda por imóveis cresceu até mesmo em 2020, em meio à pandemia de covid-19. De acordo com a Abrainc, o setor cresceu 26% ao longo do ano, no qual foram comercializados 119.911 imóveis.

A recuperação gradativa da economia no pós-pandemia pode alavancar o valor dos empreendimentos nos próximos 10 anos. Essa tendência estará mais forte caso o país comece a observar melhorias nos índices de emprego e continue com taxas de juros mais baixas que em anos anteriores, cenário favorável para investir em imóveis

4. Capriche na manutenção

Já mencionamos a importância de manter o imóvel em boas condições para aumentar as chances de venda e o valor do aluguel. Para quem vai alugar, a Lei do Inquilinato traz algumas definições específicas sobre o tema. Certos aspectos da manutenção cabem ao locador, enquanto outros são responsabilidade do locatário.

É dever do dono assegurar que o local esteja sempre habitável, ou seja, é necessário garantir que não haja defeitos estruturais que coloquem a segurança dos inquilinos em risco. A reparação de defeitos que surgem com o passar do tempo, como as rachaduras e as infiltrações, é responsabilidade do proprietário.

Por outro lado, o inquilino se responsabiliza por quaisquer danos causados por ele próprio ou por seus dependentes e visitantes Necessidades que surgem com o tempo, mas não são falhas estruturais, como a troca de torneiras desgastadas, também devem ser supridas pelo locatário.

Caso o inquilino encontre algum problema decorrente de falha estrutural, é seu dever informar imediatamente ao proprietário para que seja providenciado o reparo. Essa possibilidade ressalta a importância de sempre ter algum dinheiro guardado para lidar com esse tipo de imprevisto ao investir em imóveis.

5. Use a tecnologia para anunciar e negociar

Quem vai adquirir imóveis para alugar ou para revender precisa conhecer bem as ferramentas de divulgação. Hoje é quase impossível pensar em negócios do setor imobiliário sem o uso das plataformas digitais. Ao anunciar um imóvel na internet, as chances de encontrar um comprador ou um locatário aumentam de forma significativa.

Mas é importante que esses anúncios sejam bem feitos, por isso, é indispensável incluir fotos e vídeos do local em boa qualidade. Esse material deve ser acompanhado por uma descrição detalhada das características da casa ou do apartamento.

Além dos portais especializados, as redes sociais são instrumentos poderosos para chegar ao seu público-alvo. Utilizando essas plataformas do jeito certo, é possível fazer com que seus anúncios cheguem às pessoas certas, facilitando a negociação.

Vale destacar que todos os trâmites de compra, venda e locação já podem ser feitos pela internet. A Arbo Imóveis, por exemplo, permite gerenciar todo esse processo de forma 100% on-line, desde os anúncios, passando pela negociação, até chegar à assinatura do contrato. Tudo de forma simples, rápida e livre de burocracia desnecessária

Disclaimer: Este artigo foi escrito pela Arbo Imóveis – startup parceira que oferece serviços e produtos para o mercado imobiliário de todo o Brasil, como um CRM (Customer Relationship Management) e um aplicativo para corretores, e, além disso, opera um dos maiores portais de imóveis do país.

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