Categoria: Mercado

A evolução da indústria de fundos de investimentos no Brasil

Ao longo das últimas décadas, a indústria brasileira de fundos de investimento cresceu e amadureceu em diversos aspectos.

O advento das plataformas digitais e o uso da tecnologia como instrumento de capilaridade fez com que produtos antes inimagináveis, fossem de fácil acesso ao pequeno e médio investidor. Este, por sua vez, obteve cada vez maior alcance à informação para estudar, criticar e escolher seus investimentos, colocando-os ao centro da mesa de discussões de gestoras – especialmente daquelas que já se construíram com olhar a esse novo universo. 

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Securitização: Entenda como funciona

A captação de recursos é uma preocupação constante das empresas, seja para novos projetos ou equilíbrio de fluxo de caixa, as companhias estão sempre analisando a melhor forma de obter capital de fontes externas. Um dos instrumentos para tal é a securitização.

O que é?

Securitização advém do termo em inglês securities, que significa valores mobiliários, mas a palavra que melhor ilustra do que trata-se essa prática financeira é titularização, uma vez que a atividade consiste em agrupar diversos títulos de dívida e transformar em um ativo negociável no mercado de capitais. É válido mencionar que qualquer fluxo de caixa, atual ou futuro, que é gerado por ativos, pode ser securitizado, como créditos imobiliários, créditos financeiros, ativos empresariais ou créditos do agronegócio.

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Estratégia quantitativa: A tecnologia aliada aos fundos de investimentos

É sabido que a tecnologia tornou-se uma grande companheira dos investidores em várias frentes: plataformas de análise e consolidação de ativos (como é o caso do Comdinheiro), criptoativos, home brokers, fintechs, etc. Contudo, a tecnologia também ganhou espaço na análise de investimentos realizada pelas gestoras e está diretamente relacionada com o seu ganho em alguns fundos de investimento. Sim, caro investidor, estamos falando dos chamados fundos quantitativos!

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Principais disposições da LGPD

Até a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais existiam diversas legislações sobre o tema no Brasil, o que gerava insegurança jurídica para os titulares dos dados e para as empresas. Tais regulamentações podem ser observadas no Código de Defesa do Consumidor, Lei do Cadastro Positivo, Marco Civil da Internet, Lei de Acesso à Informação, em regulações setoriais da ANVISA, BACEN, CVM, entre diversas outras.

Até há pouco tempo, a LGPD previa a entrada em vigor de tal nova legislação no dia 14 de agosto de 2020. No entanto, criou-se a Medida Provisória nº 959/2020 que adiou a entrada em vigor para dia 03 de maio de 2021. O grande complicador é que se a MP 959 for rejeitada ou perder a validade, prevalecerá o começo da vigência para 14 de agosto de 2020, como estabelecido pela Lei 13.853, de 2019, responsável pela criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Sem qualquer dúvida, essa incerteza jurídica está prejudicando o planejamento de adequação de todas as empresas brasileiras! 

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